Neste, podemos ver quais as maiores e menores temperauras registadas, precipitação e até vento. Das 8 variáveis registadas 3 são após o ano 2000, as restantes 5 são das décadas de 1940, 1950 e 1970.
Fogo! Acho que desde o ano de 2005 que não eram registados tantos incêndios e calor durante o verão. Já alguém espreitou o gráfico que apresentei no artigo "ciclo solar"? Está aqui...
Este gráfico está desactualizado. E segundo notícias que li o último ciclo do sol durou 12 anos em vez dos 10.7 "normais". De qualquer forma este gráfico coincide com a minha sensação pessoal que os últimos pares de anos foram menos quentes no verão.
Uma enorme explosão de uma estrela fez com que o nosso planeta fosse atingido com raios gama durante 4 segundos, no dia 19 de Março de 2008.
Os raios gama são a radiação mais energética sob forma de luz, e podem ser criados na Terra em detonação de bombas nucleares ou no universo em explosões de estrelas.
Os chamados jactos de raios gama (RGB-Ray Gama Burst) ocorrem quando estrelas gigantes (20 a 30 vezes maiores que o Sol) gastam o seu combustível nuclear e colapsam sobre si mesmas. A estrela em causa explodiu a 7,5 biliões de anos-luz de distância, e os seus efeitos sentidos por nós 7,5 Biliões de anos depois. Felizmente isto significa que a estrela está muito longe, bem para lá da nossa galáxia e biliões de outras. Caso contrário, e se tivesse ocorrido na nossa própria galáxia (um raio aproximado de 100.000 anos-luz que contém biliões de estrelas como a nossa), então os efeitos poderiam ser catastróficos e o nosso planeta em poucos dias sofrer uma fenómeno natural que extinguiria toda a forma de vida na Terra.
O cientista Paul O´Brien da Universidade de Leicester diz "não estivémos em perigo, apesar de extremamente potente apenas uma pequena fracção da radiação chegou à Terra."
Na data em que Carl Sagan faria 75 anos se fosse vivo, foi lançado este video no youtube, em que o próprio nos canta uma música a partir de imagens da série "Cosmos". Carl Sagan foi um cientista e acima de tudo um divulgador da ciência e qualquer coisa é boa para relembrar este "profeta" como alguém já chamou-lhe.
A 1ª frase da música é "Se quer fazer uma tarde de maçã a partir do zero, tem de primeiro inventar o universo."...
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"(ele) tinha uma carreira obscura, já com vários processos disciplinares. Naquela altura estava em Bordéus, que era um consulado sem importância, tinha uma família numerosa e dificuldades económicas. Fizeram umas centenas de passaportes que venderam até que a PIDE deu por isso."
A maior floresta do nosso planeta chama-se Taiga ou Boreal, e fica situada a Norte dos continentes Americano e Euro-Asiático. É uma só floresta que foi formada antes da separação dos continentes, e que partilha características comuns não só no clima, como também em fauna e flora.
Nem é via nem é láctea, mas parece um caminho iluminado na noite. A via láctea foi o nome dado a este fenómeno pelos nossos antepassados, numa altura em não compreendiam o que viam.
Mais tarde compreendemos melhor aquilo que vemos. É uma concentração de estrelas numa parte do céu, o centro duma galáxia da qual nós fazemos parte, formada por biliões de estrelas incluindo o nosso Sol. Nós não podemos ver a nossa própria galáxia de fora, mas podemos ver e distinguimos o seu centro que é mais denso e com mais estrelas! E foi assim que nossa galáxia passou a chamar-se Via Láctea.
A Imagem anterior é aquilo que se crê uma representação da nossa galáxia, com a localização do Sol, o nosso astro de referência indicada em destaque. Se olharmos na direcção certa veremos o centro da galáxia. Em outras direcções estaremos a olhar para o espaço exterior.
Nas fotos seguintes podemos ver 2 galáxias com uma forma idêntica à nossa, em espiral e achatadas. Os pontos brilhantes por trás das galáxias são outras galáxias, cada uma contendo biliões de estrelas como o Sol.
Esta é parte de uma fotografia captada pelo Hubble, considerada a fotografia em luz observável mais profunda jamais obtida do espaço. Nesta foto são visiveis cerca de 10.000 galáxias cuja luz demorou 15 Biliões de anos a chegar até nós. Ou seja, estamos a ver o Universo tal como era com apenas 500 milhões de anos de idade (3% do total). Uma viagem no espaço e no tempo.